A Carta de Manaus foi lida pelo Ouvidor-Geral do Sistema de Segurança Pública, João Victor Tayah Lima, no fim da tarde desta sexta-feira (24), ao final do III Seminário Internacional de Segurança da Amazônia (SISAM). O documento tem em seu corpo sugestões de soluções para implantação de novas políticas públicas que podem ser implementadas para o aperfeiçoamento do sistema de segurança pública na região do Estado e de fronteiras.

De acordo com o Ouvidor-Geral, a Carta de Manaus é um grande desafio, pois reúne em si um conjunto de ideias, estudos e pesquisas científicas absorvidas durante os três de Seminário. Segundo Tayah Lima, o evento foi diversificado, com diversas vertentes relacionados ao tema principal e, principalmente, rico em informações precisas e necessárias para o desenvolvimento e aprimoramento da segurança pública no Estado.

“A Carta de Manaus propõe um grande desafio de sintetizar em poucas linhas as brilhantes e grandes ideias que aqui foram apresentadas por meio de grupos de trabalho, seminários, palestras e das mesas de discussão sobre os mais variados temas de segurança na Amazônia. A nossa expectativa é que essa carta possa traçar diretrizes conclusivas que surjam como soluções e que por meio da Carta Manaus promova melhorias na construção de um ambiente de paz”, disse.

De acordo com o Tayah, o evento foi único e histórico para o debate das políticas públicas com objetivo de propiciar, a médio e longo prazo, um ambiente favorável para a população do Amazonas e também do Brasil, uma vez que a Carta de Manaus deve ser enviada ao Governo Federal, governo da Colômbia e Peru. “Essa Carta que elaboramos aqui é fruto de todo o trabalho e é a sugestão de um caminho para a solução dos problemas de segurança”, enfatizou.