David Marques ressaltou em seu discurso para os palestrantes presentes no III SISAM que é preciso entender a participação do Governo Federal é de extrema importância para o funcionamento do projeto

Pela primeira vez no III Seminário Internacional de Segurança da Amazônia, (SISAM), o Fórum Brasileiro de Segurança Pública trouxe ao evento nesta quinta-feira (23) um conjunto de informações sobre o contexto da criminalidade, segurança pública nacional e dados necessários sobre a relação entre os governos brasileiros e Governo Federal. O coordenador de projetos do Fórum, David Marques, ministrou a palestra sobre a Governança da Segurança Pública e os desafios de implementação do Sistema Único de Segurança.

“A gente buscou contribuir basicamente com produção de informações, reuni informações de contexto sobre violência, criminalidade, segurança pública do ponto de vista nacional para trazer uma visão de como o Amazonas se relaciona com o cenário de criminalidade, de forma geral em relação ao país, mais especificamente na produção da nossa experiência com relação a reformulação contribuição com debates sobre o sistema único de segurança pública, mais especificamente sobre a governança”, explicou Marques.

De acordo com o palestrante, que também explicou sobre os desafios do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), as estatísticas sobre o crime organizados e suas consequências são muito negativas que acarretam prejuízos nacionais na sociedade. “Os desafios frente a esse cenário, estatísticas ruins, desses diagnósticos do funcionamento do que foi feito até aqui, a gente não tem clareza sobre a implementação dos mecanismos de governança da política e do plano”, enfatizou o coordenador do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Marques ressaltou em seu discurso para os palestrantes presentes no III SISAM que é preciso entender a participação do Governo Federal é de extrema importância para o funcionamento do projeto. “Tem que cobrar e entender que a gente não consegue um sistema articulado que tenha objetivos estratégicos sem o protagonismo do governo federal que tem a capacidade de produzir essa coordenação dos Estados para enfrentar problemas que já não são mais específicos do Estado A ou B, já são nacionalizados como por exemplo a questão do crime organizado”, concluiu.